A Pedagogia Social apresenta-se, nos diferentes autores, como uma ciência que propicia a criação de conhecimentos, como uma disciplina que possibilita sistematização, reorganização e transmissão de conhecimentos e como uma profissão com dimensão prática, com ações orientadas e intencionais.
Como ciência, traz implícitos critérios e paradigmas próprios das teorias e da metodologia das ciências. É ciência da Educação, que se identifica com o saber que se constrói na Pedagogia, dividindo espaço e diferenciando-se da Sociologia, da Antropologia e da História da Educação.
Enquanto teoria e/ou prática, a Pedagogia Social, fundamentada e presente em diversos países, atende a critérios que a caracterizam por possuir condições de desenvolvimento intelectual da área, estrutura acadêmica, estrutura social com associações, publicações especializadas, além de ter um título profissional, código próprio e marco deontológico.
Ainda que as intervenções sócio-educacionais estejam presentes em diferentes espaços formais e não formais da educação a expansão e a consolidação da Pedagogia Social ocorre na educação não formal.
É distinta da escola, mas é ato planejado, intencional e apresenta organização específica. Tal espaço está presente na LDB de 1996 que amplia a concepção de educação incluindo novos agentes e espaços educativos.
No site a Associação de Pedagogia Social (APS) você encontrará diversos textos relacionados a Pedagogia Social.
Segue link:
http://www.pedagogiasocial.com.br/home/index.php?option=com_content&view=article&id=66&Itemid=57
Fonte:http://www.boaaula.com.br/iolanda/producao/me/pubonline/evelcy17art.html
Um espaço para discussão de idéias que possam contribuir para uma reflexão constante sobre os caminhos da Psicologia...
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Além da sala de aula

O mercado de trabalho para a pedagogia está ampliando cada vez mais no Brasil. Além do trabalho realizado em sala de aula e no governo em orgãos relacionados a educação, outras boas oportunidades de trabalho estão surgindo: o profissional de pedagogia pode também trabalhar em empresas de RH, em editoras, em ONGs e até em hospitais.
Aos pedagogos que buscam um espaço de trabalho além da sala de aula é ainda mais urgente a realização de cursos de especialização que preparem especificamente para essas práticas. Quando falamos em "especialização além da sala de aula" muitos imaginam apenas a Pedagogia Empresarial, porém existem espaços dentro da própria escola que o pedagogo pode desenvolver seu trabalho com conhecimento de causa. Entre elas podemos citar:
- Gerenciamento Escolar: Especialização da pedagogia onde o profissional atua administrando instituições de ensino, gerenciando instalações, recursos humanos e financeiros.
- Pedagogia para Educação Especial: Neste especialização o pedagogo desenvolve práticas e conteúdos escolares específicos para crianças, jovens e adultos portadores de necessidades especiais.
- Orientação Vocacional: Especialização onde o profissional de pedagogia atua ajudando e orientando os estudantes quanto a escolha profissional, aplicando e escrevendo modelos de teste vocacional e também conversando com os alunos.
- Supervisão e Treinamento Pedagógico: Função onde o profissional de pedagogia atua treinando e orientando professores para que eles realizem um melhor trabalho com suas turmas.
Pedagogia Empresarial
O pedagogo como instrumento de educação na empresa tem capacidade e os conhecimentos necessários para identificar, selecionar e desenvolver pessoas para o âmbito empresarial. Este profissional possui competências para trabalhar na área de recursos humanos.
A pedagogia vive a procura de estratégias e metodologias que garantam uma melhor aprendizagem, apropriação de conhecimentos, tendo como alvo principal gerar mudanças no comportamento das pessoas de modo que estas melhorem tanto a qualidade da sua atuação profissional quanto pessoal.

A pedagogia vive a procura de estratégias e metodologias que garantam uma melhor aprendizagem, apropriação de conhecimentos, tendo como alvo principal gerar mudanças no comportamento das pessoas de modo que estas melhorem tanto a qualidade da sua atuação profissional quanto pessoal.

Portanto em função de toda a mudança, ocorre à necessidade do pedagogo se tornar uma pessoa critica e visionária capaz de se adaptar a mudanças, mais flexível, e que contribua efetivamente para o processo empresarial, com objetivo primordial de se apresentar de forma prática e teórica a função da área de treinamento e desenvolvimento de pessoal, bem como sua utilização para alcançar objetivos organizacionais. Transmitir técnicas de levantamento de necessidades, elaboração, mensuração, programas de treinamento. E também compreender e elaborar formas de mensurar resultados em treinamento e desenvolvimento.
O maior patrimônio da empresa é o ser humano por este motivo o foco maior é a gestão de pessoas. Nesses últimos tempos os lideres estão mais prudentes e dando mais valor aos seus colaboradores e a empresa.
O que se pode observar claramente é que o pedagogo empresarial cumpre um importante papel dentro das empresas e organizações articulando as necessidades junto da gestão de conhecimentos. Cabe a este profissional provocar mudanças comportamentais nas pessoas envolvidas, favorecendo os dois lados: o funcionário que quando motivado e por dentro dos conhecimentos necessários, sente-se melhor e produz mais e a empresa que quando se matem com pessoas qualificadas obtém melhores resultados e maiores lucratividades.
Contudo, o pedagogo e a empresa fazem uma ótima combinação, pois em tempos modernos ambos têm o mesmo objetivo de formar cidadãos críticos com competências para tal função.
O pedagogo empresarial necessita de uma formação filosófica, humanística e técnicas solidas. Sabendo que seu foco deve estar direcionado para as partes descritas, empregadores e empregados; ele ainda interage com todos os níveis hierárquicos, promovendo ações de reciprocidade, de trocas mutuas, através de suas ações de humanização.
Referencia bibliográfica:
RIBEIRO, Amélia Escotto do Amaral. Pedagogia Empresarial – atuação do pedagogo na empresa. Rio de janeiro: Wak Editora, 2003.
Fonte:http://www.infoescola.com/profissoes/pedagogia-empresarial/
O maior patrimônio da empresa é o ser humano por este motivo o foco maior é a gestão de pessoas. Nesses últimos tempos os lideres estão mais prudentes e dando mais valor aos seus colaboradores e a empresa.
O que se pode observar claramente é que o pedagogo empresarial cumpre um importante papel dentro das empresas e organizações articulando as necessidades junto da gestão de conhecimentos. Cabe a este profissional provocar mudanças comportamentais nas pessoas envolvidas, favorecendo os dois lados: o funcionário que quando motivado e por dentro dos conhecimentos necessários, sente-se melhor e produz mais e a empresa que quando se matem com pessoas qualificadas obtém melhores resultados e maiores lucratividades.
Contudo, o pedagogo e a empresa fazem uma ótima combinação, pois em tempos modernos ambos têm o mesmo objetivo de formar cidadãos críticos com competências para tal função.
O pedagogo empresarial necessita de uma formação filosófica, humanística e técnicas solidas. Sabendo que seu foco deve estar direcionado para as partes descritas, empregadores e empregados; ele ainda interage com todos os níveis hierárquicos, promovendo ações de reciprocidade, de trocas mutuas, através de suas ações de humanização.
Referencia bibliográfica:
RIBEIRO, Amélia Escotto do Amaral. Pedagogia Empresarial – atuação do pedagogo na empresa. Rio de janeiro: Wak Editora, 2003.
Fonte:http://www.infoescola.com/profissoes/pedagogia-empresarial/
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A educação corporativa como diferencial competitivo
A Educação corporativa surgiu com outras séries de mudanças trazidas pela Era do Conhecimento.
A educação nas empresas sempre existiu, porém, está com uma nova roupagem, imposta pelas transformações experimentadas pelo mundo, principalmente a partir da década de 90, que com o avanço da globalização trouxe um cenário de mudanças e incertezas.
Quando o planeta era um local de cenários previsíveis, havia uma grande distinção entre trabalho manual e intelectual. Os centros de Treinamento e Desenvolvimento destinavam-se a suprir as necessidades pontuais dos trabalhadores, que executavam tarefas específicas. O que era necessário para se realizar um bom trabalho? Ter conhecimento e habilidade suficiente para realizar suas tarefas e repetí-las, até chegar próximo à perfeição. Programas educacionais mais amplos ficavam restritos aos níveis gerenciais e à alta administração.
O que acontece com um funcionário que hoje sabe realizar somente tarefas específicas, adquirindo habilidades e conhecimentos suficientes somente para repetir aquilo que lhe cabe?
Esse funcionário está longe do conceito moderno de empregabilidade, ou seja, não existe mais o emprego para vida toda, mas sim a capacidade de estar sempre empregado. Se for dispensado da empresa em que trabalha, dificilmente conseguirá se recolocar de maneira satisfatória no mercado de trabalho.
Se fizermos uma lista de competências exigidas para o trabalhador, que transformou-se em colaborador, no sentido de que deve colaborar para o sucesso do negócio, ela será imensa, mas podemos reduzir em uma única palavra: adaptabilidade. Afinal, a única maneira de um profissional manter-se atualizado é através da transformação, que surgirá pela aprendizagem constante.
São as pessoas que fazem uma empresa, e portanto, o mercado valoriza cada vez mais, atitudes, habilidades e conhecimentos baseados na solução de problemas, em idéias inovadoras, preparo técnico, utilização eficaz das novas ferramentas tecnológicas e o trabalho em equipe. Surge a necessidade de novos modos de agir e pensar para vencer os obstáculos de um ambiente incerto, no qual as oportunidades e riscos devem ser rapidamente detectados.
Assim como os fatores intangíveis ganham força e importância dentro das organizações, a economia também caminha neste sentido, pois concentra-se em serviços, virtualizações e experiências.
Segundo Marisa Eboli, em seu livro Educação corporativa no Brasil, "são os aspectos relativos ao comportamento e às atitudes que estão imprimindo as características diferenciadoras de estilo e qualidade de gestão".
Se observarmos a classificação das empresas mais admiradas do Brasil, do ano de 2008, feita pela revista Carta Capital, os fatores chave considerados para elaboração desta lista referem-se a: ética, respeito pelo consumidor, qualidade de produtos e serviços, compromisso com RH, qualidade de gestão, responsabilidade social, inovação, entre outros. Confirma-se assim, a afirmação feita de que os aspectos intangíveis devem ser priorizados na busca da tão sonhada vantagem competitiva. Fomos acostumados a pensar racionalmente, pautados pelas medidas, pelo empirismo e pela objetividade, e continuará sendo assim, o que muda é o acréscimo da intuição, das inteligências morais e espirituais, da visão coletiva, da inteligência emocional, enfim, características difíceis de serem ensinadas, principalmente no mundo calculista dos negócios.
A Educação corporativa vem justamente cumprir esta função de disseminar conhecimentos, atitudes, valores, habilidades, e o que mais for necessário para o desenvolvimento completo das pessoas. Porém, este desenvolvimento dos colaboradores deve estar perfeitamente alinhado às estratégias da organização; são atividades previamente elaboradas e estudadas para que o funcionário possa agregar valor ao negócio. Esta talvez seja a grande diferença entre a Educação escolar, com a qual estamos mais acostumados, e a Educação corporativa.
A primeira tem o objetivo de formar pessoas para serem cidadãos, já a segunda pretende desenvolver pessoas para alavancar os negócios da empresa, através da valorização de seus funcionários.
As empresas através da gestão do conhecimento, devem desenvolver posturas, habilidades, além dos conhecimentos técnicos e instrumentais. A inteligência empresarial será potencializada quando uma mentalidade e atitude de aprendizagem contínua é instalada em seus colaboradores.
O mercado está cada vez mais exigente, clama por preços justos, produtos e serviços de qualidade, bom relacionamento com o cliente, e a sociedade cobra uma postura ética e sustentável das organizações.
Warren Buffett, a segunda pessoa mais rica do mundo, de acordo com o ranking da revista Forbes (2009), possui uma companhia chamada Berkshire Hathaway, que gere e supervisiona um conjunto de empresas subsidiárias, seus principais negócios estão no ramo de seguros. Sobre sua empresa Warren fala o seguinte: "A Berkshire pode se dar ao luxo de perder dinheiro, até montes de dinheiro, mas não pode se dar ao luxo de perder reputação, nem mesmo um pouquinho".
Deste exemplo podemos concluir a importância dos aspectos intangíveis para os negócios, e seja uma pequena, média ou grande companhia, permanecerão aquelas que cultivarem a cultura de que a empresa é simplesmente física, quem aprende, inova, agrega, são as pessoas.
Referências
Eboli, Marisa. Educação corporativa no Brasil, mitos e verdades. São Paulo: Editora Gente, 2004.
Buffett, Mary e Clark, David. O Tao de Warren Buffett. Rio de Janeiro: Editora Sextante, 2007.
Kelly, Eamonn. Powerful Times: rising to the challenge of our uncertain world. Wharton School Publishing, 2005.
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